Moro detona entrevista de Lula no JN e dispara: “mentiu o tempo todo”
O senador classificou a entrevista como “um tapa na cara dos brasileiros de bem”
Sergio Moro (PL-PR) reagiu à entrevista concedida pelo presidente Lula(PT) ao Jornal Nacional, na quinta-feira (27), e fez críticas ao petista. Em vídeo divulgado após a entrevista, Moro acusou Lula de mentir, atacou a postura do presidente diante de antigas investigações e citou suspeitas envolvendo pessoas próximas ao governo.
Logo no início da manifestação, o senador classificou a entrevista como “um tapa na cara dos brasileiros de bem” e afirmou que Lula teria demonstrado rancor ao falar sobre a Operação Lava Jato e sobre o próprio Moro.
“Ele se mostrou rancoroso, ele mentiu o tempo todo, atacou a mim e a Lava Jato com velhas mentiras”, afirmou.
Moro cita escândalos e caso do INSS
Ao criticar o governo Lula, o senador mencionou episódios de corrupção que marcaram administrações petistas, como o Mensalão e o Petrolão, além das investigações relacionadas a descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS.
Moro também citou o Banco Master e afirmou que Lula teria dificuldades para explicar os diferentes casos que, segundo ele, atingem o governo.
Outro ponto levantado pelo senador foi a investigação envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Moro mencionou suspeitas relacionadas ao filho do presidente e afirmou que ele teria enriquecido durante os governos do pai.
Senador acusa governo de dificultar investigações
Moro também questionou a declaração de Lula de que permitiria que as investigações avançassem. Segundo o senador, a atuação da base governista na CPMI do INSS teria demonstrado o contrário.
“Eu estava na CPMI do INSS e vi a base do governo Lula, comandada por ele, agindo para votar contra os requerimentos de investigação sobre o Lulinha e os seus cúmplices”, declarou.
“Chega de PT”
No encerramento do vídeo, Moro transformou a crítica ao presidente em um chamado político para as eleições.
“Chega de PT, chega de governo Lula”, afirmou o senador.
Segundo Moro, o país precisaria, na avaliação dele, mudar de direção para recuperar o que chamou de “caminho da moralidade e do progresso”.
“É para isso que eu trabalho no meu dia a dia”, concluiu.



