Pablo Marçal no STF? Empresário cita possível cargo em governo de Flávio Bolsonaro
A declaração foi feita no domingo (4), durante participação no programa da BNTV Brasil, ao comentar o resultado do primeiro turno
O empresário e influenciador Pablo Marçal afirmou que está disposto a integrar um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL) caso o senador seja eleito presidente no segundo turno, marcado para 25 de outubro.
A declaração foi feita no domingo (4), durante participação no programa da BNTV Brasil, ao comentar o resultado do primeiro turno.
Marçal afirmou que estaria disponível para qualquer função que fosse oferecida pelo candidato do PL, inclusive uma eventual indicação para o Supremo Tribunal Federal (STF).
“O que o Flávio falar, eu estou na guerra. Se o Flávio quiser me pôr de ministro do STF, eu também tenho o meu diploma de Direito. Eu vou tocar o terror lá no STF”, afirmou.
“Qualquer coisa”
Na sequência, Marçal ampliou as possibilidades e disse que também aceitaria atuar em uma área ligada à inteligência do governo.
“Se ele quiser me colocar para ser o ministro da ‘Superinteligência’, se quiser me colocar para qualquer coisa, eu estou dentro”, declarou.
A fala ocorreu durante a avaliação do resultado do primeiro turno e reforçou a disposição de Marçal em participar de um eventual governo de Flávio, sem especificar qual função gostaria de ocupar.
Candidatura barrada pelo TSE
Marçal havia lançado candidatura à Presidência da República pelo PRTB, mas não chegou a disputar o cargo nas urnas.
Em 11 de setembro, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indeferiu, por unanimidade, o registro da chapa formada por Marçal e Leonardo Avalanche. Segundo a Corte, não houve comprovação de filiação partidária ao PRTB dentro do prazo exigido pela legislação eleitoral.
O TSE também registrou que Marçal está inelegível até 2032, em razão de uma condenação anterior relacionada à realização de concursos para cortes de vídeos com ofertas de prêmios destinados à divulgação de conteúdo eleitoral.
Com o registro negado, a candidatura de Marçal ficou fora da disputa presidencial de 2026. O empresário passou, posteriormente, a atuar politicamente em apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro.
*Com informações de Metrópoles



