O nome do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), escolhido para compor a chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), voltou ao centro do debate político após a Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitar novas diligências em um caso no qual ele é citado por uma acusação de estupro de vulnerável.
O pedido foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) e faz parte de um procedimento que ainda depende de autorização do ministro Gilmar Mendes para eventual abertura de inquérito.
A solicitação de investigação teve origem em um pedido da Polícia Federal, baseado em representações apresentadas por parlamentares da base governista. A denúncia envolve um suposto episódio relacionado a uma adolescente que tinha 13 anos na época dos fatos.
Alfredo Gaspar nega qualquer irregularidade. O deputado afirma ser inocente, entregou material genético para confrontar a acusação e acionou o STF contra os autores das denúncias por calúnia e injúria.
A expectativa é de que a Polícia Federal conclua as diligências ainda neste mês. Com o resultado, caberá ao ministro Gilmar Mendes decidir se o caso será arquivado ou se haverá autorização para a abertura de investigação.
Após a confirmação de Gaspar como candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, o episódio voltou a ganhar repercussão nas redes sociais e passou a ser explorado por setores da esquerda.



