Quem é Lisa Gomes? Jornalista fará história na televisão brasileira com transmissão da Parada do Orgulho LGBT+
Ocasião faz dela a primeira mulher trans a apresentar um telejornal em um canal de notícias do país
A cobertura da Parada do Orgulho LGBT+ deste domingo (7) marcará um momento inédito na televisão brasileira. A jornalista pernambucana Lisa Gomes estará à frente da transmissão especial do SBT News, tornando-se a primeira mulher trans a apresentar um telejornal em um canal de notícias do país.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Lisa comemorou a conquista e agradeceu às pessoas que acompanharam sua trajetória profissional até este momento.
“Meu coração está transbordando de gratidão, porque transmitir a Parada da Diversidade sempre foi um sonho antigo. E realizá-lo no SBT News está tornando tudo muito mais especial e histórico”, afirmou.
A jornalista também agradeceu ao público, à emissora e aos profissionais que confiaram em seu trabalho.
“Quero aproveitar esse momento para agradecer a Deus, a vocês que sempre torceram por mim, ao SBT, que é uma casa maravilhosa, e a todos que confiaram no meu trabalho para poder viver este momento tão marcante na minha vida”, disse.
Lisa fez um agradecimento especial à presidente do SBT, Daniela Beyruti Abravanel, e ao diretor de jornalismo da emissora, José Occhiuso Cipollone, destacando a confiança recebida para assumir a cobertura.
“Minha gratidão é eterna à Daniela Abravanel e ao Cipollone pela coragem, pela sensibilidade e confiança ao acreditar em mim e me darem essa oportunidade. Uma oportunidade importante não só para mim, mas para toda a comunidade”, declarou.
A apresentadora também lembrou o legado de Silvio Santos e destacou a importância da representatividade na televisão brasileira.
“Sou igualmente grata ao legado de Silvio Santos, que sempre abriu portas e acreditou na diversidade”, afirmou.
Ao encerrar a mensagem, Lisa ressaltou que espera que o momento seja visto como um avanço para a comunicação no país.
“Que esse momento seja lembrado não apenas como uma conquista pessoal, mas como um passo em direção a uma televisão cada vez mais plural e representativa”, concluiu.



